A reacção de polimerização em cadeia (PCR, do inglês Polymerase Chain Reaction) é uma técnica da engenharia genética usada para amplificar amostras de DNA. Podemos encontrar usos desta técnica, por exemplo, na criminologia forense, onde por vezes é necessário ampliar uma pequena amostra do suspeito, para fazer testes de comparação. É composta por 3 fases: desnaturação, hibridização e extensão.
Desnaturação – Esta é a primeira fase. Consiste em aquecer a amostra original de DNA a 95ºC para quebrar as pontes de hidrogénio entre os nucleótidos, separando assim as duas cadeias de DNA.
Hibridização – Consiste na adição de pequenos grupos e bases complementares às cadeias separadas, denominados Primers, ou iniciadores. Servem para que as DNA Polimerases possam iniciar o seu processo na fase de extensão. Ocorre entre 45ºC e 60ºC.
Extensão – Adicionam-se DNA Polimerases ao preparado com as cadeias separadas, já com os primers intrudodidos. Adicionam-se também bases azotadas. As DNA polimerases criaram uma cadeia complementar a cada uma das duas cadeias originais, usando as bases azotadas livres que se ligaram por complementaridade. No final do processo, duas novas cadeias duplas de DNA estarão formadas, e serão iguais à cadeia original. Esta fase ocorre a 72ºC.
Bibliografia
SILVA, Amparo Dias da; SANTOS, Maria Ermelinda; MESQUITA, Almira Fernandes; BALDAIA, Ludovina; FÉLIX, José Mário; Terra, Universo de Vida; Porto: PortoEditora, 2009.
http://www.cientic.com/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=88%3Adiapositivos-de-engenharia-genetica&catid=36%3Apatrimonio-genetico&Itemid=107
http://www.youtube.com/watch?v=eEcy9k_KsDI